dezembro 24, 2006
dezembro 11, 2006
Actualização (fotos deste ano)
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6:45 p.m.
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dezembro 04, 2006
É Natal
Todos os anos esta casa é atracção aqui pela zona e estas luzes iluminam os passantes mas não a Rua de Santa Catarina.

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10:26 p.m.
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novembro 12, 2006
outubro 31, 2006
outubro 28, 2006
Retratos do trabalho na Ericeira
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1:16 a.m.
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outubro 27, 2006
Na parede da capela de S. Leonardo da Galafura
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12:06 a.m.
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outubro 18, 2006
outubro 12, 2006
outubro 08, 2006
outubro 07, 2006
outubro 02, 2006
outubro 01, 2006
Av. dos Aliados
Eu sei que não sou artista. Eu sei que de arquitectura não sei nada. Eu sei que Siza Vieira é muito conceituado, já ganhou muitos prémios e fez coisas lindas como a Casa de Chá da Boa Nova.
Eu sei que vocês são pessoas educadas e não falam mal, mas eu não sou assim e a verdade, falando como eu falo, sem polimento, bem, a verdade é que ele fodeu a Av. dos Aliados toda. Agora é um mar de pedra cinzenta, rodeado de edifícios cinzentos. E porquê ? Porque é bonito ? Não !
Porque sai mais barato conservar. Como se ainda houvesse manifestações que calcassem os jardins e a despesa fosse insuportável. Tirando, todos os anos, os festejos de mais um campeonato do F.C.P. nada disso existe mais.
Acredito que fosse necessário modificar mas isto é holiganismo cultural.
Devolvam-me a minha Avenida !
As fotos não são minhas, mostram o antes e, imediatamente a seguir, o depois das obras .
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6:24 p.m.
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setembro 29, 2006
setembro 28, 2006
S. Leonardo da Galafura
São Leonardo da Galafura
À proa dum navio de penedos,
A navegar num doce mar de mosto,
Capitão no seu posto
De comando,
S. Leonardo vai sulcando
As ondas
Da eternidade,
Sem pressa de chegar ao seu destino.
Ancorado e feliz no cais humano,
É num antecipado desengano
Que ruma em direcção ao cais divino.
Lá não terá socalcos
Nem vinhedos
Na menina dos olhos deslumbrados;
Doiros desaguados
Serão charcos de luz
Envelhecida;
Rasos, todos os montes
Deixarão prolongar os horizontes
Até onde se extinga a cor da vida.
Por isso, é devagar que se aproxima
Da bem-aventurança.
É lentamente que o rabelo avança
Debaixo dos seus pés de marinheiro.
E cada hora a mais que gasta no caminho
É um sorvo a mais de cheiro
A terra e a rosmaninho!
Miguel Torga
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9:27 p.m.
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